domingo, 5 de junho de 2011

(A ti , Rapaz)

Por hora respiro calma.
Nessa pausa de raríssima constância,
Sento, recosto,deito...


Aproveito o sereno vento,
Como se fosse o ultimo doce,
A ultima fruta de comer.


Não demora acelero o rojão,
E, às distrações,
Só caberá uma certeza antiga.


Mas por agora,
Aquieto nessa varanda qualquer.


Vês o passarinho,rapaz,
De pena pequena,
Tão miudinho de tempo levar?


Vês essa hora, passando, com ele voando?
Tão indo!


Vê...


Passando, passou.