quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dás-me a mão


                                                    



                                        Dás-me a mão sem me tocar
Ardem-te poemas nas veias
Bebes o vinho amargo da vida
Saboreias o horizonte vivo de memórias


Aromas de terras proibidas
E na Ilha adornada de flores
Cresceu a ventura de teu nome


Na sintonia da noite,
Crescem músicas
E nos dedos os poemas tomam a cor das notas
Duetos perfeitos adormecem a madrugada


Tenho saudades do és,
Porque me ensinaste o que foste
Tolerância nos momentos amargos


Hoje caminho nos prados verdes da vida
Foste o farol guiando a nau perdida
É assim a amizade que te sinto verdadeira
Quando me dás a mão se me tocar
À distância de um olhar.